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Picape com “chifre de boi” no capô rende multa gravíssima durante abordagem da PRF

Acessório pontiagudo foi considerado proibido por aumentar risco e gravidade de ferimentos em caso de atropelamento; motorista foi obrigado a retirar o item no local

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Picape com “chifre de boi” no capô rende multa gravíssima durante abordagem da PRF

Foto de Divulgação / Crédito: Luis Andreoli

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Uma picape foi flagrada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) circulando com um “chifre de boi” instalado na ponta do capô durante uma fiscalização na BR-282, no município de Rancho Queimado, em Santa Catarina, na sexta-feira (30). O acessório, além de chamativo, chamou a atenção dos agentes por estar fixado na parte externa do veículo e possuir formato pontiagudo.
 
Segundo a PRF, objetos salientes ou cortantes instalados externamente representam risco elevado à segurança viária, especialmente em situações de atropelamento, quando podem provocar perfurações e lesões mais graves em pedestres e ciclistas.
 
Acessório é proibido e gerou autuação
 
Durante a abordagem, o motorista foi autuado por conduzir veículo com acessório proibido, infração classificada como gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A penalidade aplicada foi multa no valor de R$ 195,23.
 
Além da autuação, o condutor foi obrigado a retirar o acessório no local para poder seguir viagem. De acordo com a PRF, esse procedimento é adotado sempre que o equipamento instalado não atende às normas de segurança e oferece risco a terceiros.
 
Por que a PRF fiscaliza esse tipo de item
 
A ocorrência foi registrada durante uma operação voltada, inicialmente, à verificação de freios em veículos de carga, mas a PRF explica que as abordagens também avaliam as condições gerais de segurança dos veículos.
 
Itens instalados fora do padrão original de fábrica, especialmente aqueles que alteram a estrutura externa do veículo, podem ser considerados irregulares quando comprometem a segurança viária ou colocam em risco outros usuários da rodovia.
 
A PRF reforça que customizações estéticas não podem se sobrepor às normas de segurança, e orienta motoristas a verificarem se qualquer acessório instalado está de acordo com a legislação antes de circular pelas rodovias.

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